quinta-feira, 13 de julho de 2017

STRATTON - FORÇAS ESPECIAIS — A Opinião do Filme

Título: Stratton - Forças Especiais
Realizador: Simon West
Lançamento: 6 de junho de 2017
SinopseVê em baixo

  Stratton é um filme típico. Não é mau, mas também aspira a ser um bom filme de ação. Tem um elenco notável e pouco mais.

  É um filme que pode ser visto numa tarde sem programa. Não me despertou a atenção, talvez por já ter visto bastantes filmes com guiões e temas parecidos. Retrata uma equipa governamental à caça de uma arma biológica e, como todos os filmes semelhantes, o ataque não se chega a realizar (salvo uma pequena representação do efeito da arma, que deixa muito a desejar).

  Custaria-me ver Stratton a 2ª vez, talvez por lhe faltar conteúdo para rever. Tem uma grande lacuna de originalidade! Ainda por cima, temos outro filme de ação, com enredo extremamente similar, que acabou de sair do cinema: Conspiração Terrorista, com uma qualidade superior.

Sinopse

John Stratton, do MI6, entra com o agente norte-americano Marty num complexo laboratório no Irão com o objectivo de interceptar um enorme lote de armas bioquímicas. Mas a missão é malsucedida, resultando na trágica morte de Marty. De regresso a casa, desmoralizado e mais introspectivo do que nunca, Stratton é recrutado para uma nova e complicada missão: deter Barovski, um criminoso russo dado como morto há quase 20 anos, que planeia usar armas químicas para se vingar. Ainda com dificuldade em lidar com a morte do amigo, Stratton decide focar toda a sua energia na tarefa que tem em mãos. Mesmo que isso que custe a própria vida…

quarta-feira, 12 de julho de 2017

GRU - O MALDISPOSTO 3 — Opinião do Filme

Título: Gru - O Maldisposto 3
Realizadores: Kyle Balda, Pierre Coffin, Eric Guillon
Lançamento: 29 de junho de 2017 - 
Sinopse & Trailer: Vê em baixo


  Tal como os anteriores, o terceiro filme do Gru transmite a importância da família, com uma dose de comédia à mistura e, o que mais gostei, uma banda sonora fantástica e bem integrada. 


São estes filmes que procuro mostrar aos mais novos! Que tenham moral, sejam cativantes, onde os mais velhos também se podem divertir, se forem com espírito para rir.


  É um título que os mais pequenos conhecem e querem ver. No primeiro, mostraram a importância e sacrifício necessário para se ser pai, no segundo filme, vimos o caminho espinhoso do amor e, neste último, a (muita) paciência e carinho que se tem de dedicar à família. 

  Desta vez, o Gru presenteia-nos com um vilão traquina dos anos 80, sem, contudo, ter um pingo de crueldade, o Balthazar Bratt, que traz a música que tanto apreciei.

 Agora, sim, a família do Gru está completa! 


Sinopse

Despedido da Liga Antivilões por ter deixado escapar Balthazar Bratt, um dos mais bem-sucedidos (e irritantes) vilões que alguma vez cruzaram o seu caminho, Gru sente-se profundamente deprimido, humilhado e ainda mais maldisposto do que o habitual. Quando julga não poder descer mais baixo, é abordado por um estranho que lhe apresenta Dru, um irmão gémeo cuja existência desconhecia. Para sua surpresa, ele aparenta ser a sua antítese: é rico, charmoso, louro e bem-disposto. Dru, que também possui sangue de vilão a correr-lhe nas veias, propõe-lhe continuar a tradição familiar e formar parceria. Mas conseguirá Gru, agora convertido em pai e marido dedicado, resistir a tal proposta? Ou será que, bem lá no fundo, ainda tem a sua alma contaminada pelo desejo de cometer malfeitorias? 

Trailer

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terça-feira, 11 de julho de 2017

CÓLERA — A Opinião da Obra

Título: Cólera
Autor: Denis Marquet
Sinopse: Vê embaixo
Lançamento: 2002
Editora: Editora Livros do Brasil (Portugal)
Tradutor: Maria Emília Ferros Moura

  Cólera foi o último livro que li, e é com toda a força que conquista um lugar no meu TOP 10. 


  Admito, com profundo desgosto, que a crítica que vos transmito está envenenada! Este livro não se encontra disponível em NENHUMA cadeira livreira relevante. A única maneira do encontrarem é como eu fiz, num alfarrabista ou numa deliciosa livraria tradicional. 
  Ao contrário de Espanha, Brasil e França, somos um país que não guarda espaço para conhecer livros de grande calibre. Cólera é desses livros e eu agradeço à Editora Livros do Brasil, por ter traduzido o título para Portugal, mesmo que ainda não o tenhamos reconhecido.

Para mim, um bom livro não precisa de ter prémios, de ser destacado ou conhecido, mas de mexer comigo. Cólera tocou-me em vários aspetos:

  1. Coloco Cólera nos melhores livros de ficção que li pela cultura em biologia, geologia, etnologia, sismologia e muitas outras áreas, sendo cativante e inesperado;
  2. Ponho Cólera nos melhores filosóficos que li pelos temas religiosos, interiores e pessoais que aborda, explora e enraíza, sem abusar ou ferir.
  3. Julgo Cólera nos melhores romances que li pela variedade de conceitos que o AMOR aborda, até em diferentes momentos de um mesmo casal, como noutros, desde as mentes mais limitadas às mais vastas.


Confesso que ainda estou a chegar à meta dos 50 livros lidos este ano, porém, Cólera é indubitavelmente o que mais apreciei até hoje. Não foi uma leitura rápida ou intensa, prezo o livro por ter conseguido cativar-me de forma a não mo deixar abandonar, mas também de não me obrigar a devorá-lo num só dia, para o abandonar no seguinte. NÃO! Cólera permitiu-me saboreá-lo e, por isso, também o coloco nos melhores livros franceses que já li.

  Para acabar, Cólera não é sobre cólera em si (como inicialmente supus), sim sobre algo muito mais profundo e complexo, como tiveram oportunidade de reparar. Não acreditei, quando soube que é o romance de estreia do escritor! A par disso, a tradução está muito bem feita, mesmo tendo reparado no cansaço do tradutor com as gralhas das últimas páginas. 

 Aconselho vivamente a quem procura refrescar a memória e a sua conceção da vida.  
 A minha mudou. 


Sinopse

A Terra. Explorada, martirizada, desfigura.
A Terra revolta-se.
Sismos, cheias, ciclones erupções vulcânicas, vírus letais...
Face a uma série de catástrofes sem precedentes, cientistas do mundo inteiro sentem-se perplexos. Uma mulher, em contra-partida, compreendeu. Porque soube pagar o preço. Mas será que o mundo está pronto para escutar essa mulher? 

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Poesia de Cesário Verde. Conhecem?

  Deparei-me há uns dias com Cesário Verde, um homem que pouco mais fez do que escrever o quotidiano, de forma poética e dispersa. Morreu novo, vítima da tuberculose (pandemia impiedosa de 1900), deixando uns meros 40 poemas como legado. Anos mais tarde, o seu melhor amigo juntou a maioria desses textos e publicou O Livro de Cesário Verde. 


  Sabendo a biografia de Cesário, pode tornar-se difícil decifrar como é que um só livro consegue imortalizá-lo, ainda para mais, como é que ele é considerado um mestre para Fernando Pessoa, um dos Reis da poesia portuguesa.
  A verdade é que Cesário consegue retratar uma cidade decadente, uma milady frívola e cruel, mas tentadora e outros tantos miseráveis e afins duma forma simples, extremamente bela e acessível a qualquer um. 

Depois, 
  • temos cheiros e paladares deliciosos, como «Um cheiro salutar e honesto ao pão no forno» e «Ó minha loura e doce como um bolo!»;
  • Pormenores do passado: «Uma iluminação a azeite de purgueira, de noite, amarelava os prédios macilentos». 
  • Contextos históricos «E evoco, então, as crónicas navais: Mouros, baixéis, heróis, tudo ressuscitado! Luta Camões no Sul, salvando um livro a nado! Singram soberbas naus que eu não verei jamais!»

Tem tantos pormenores e perspetivas que até pode soar a ofensa o que me limito a mostrar. O melhor é serem vocês mesmos a aventurarem-se pelos seus textos que, não sendo muitos, nem chegam a cansar ou a calar o desejo.

Aqui está a minha visão de Cesário Verde. E a vossa? Qual é o veredicto?

sábado, 8 de julho de 2017

A TODA A VELOCIDADE — A Comédia de Família

Título: A Toda a Velocidade
Realizador: Nicolas Benamou
Lançamento: 6 de julho de 2017 - Estreia esta Semana!
Sinopse & Trailer: Vê em baixo


  «A Toda a Velocidade» é uma comédia francesa, onde uma família está prestes a embarcar em férias. Com dois filhos traquinas, o pai cheio de trabalho, a mãe grávida e um avô NADA normal... O CARRO NOVO DECIDE MUDAR DE RUMO, assim pensavam eles.



  A sala de antestreia estava cheia! Houve muitas alturas de riso em uníssono e outras em que só eu me ria, para depois os outros também o fazerem. Este filme conquistou o seu lugar, estando sem dúvida no meu TOP 3 das comédias deste ano (Em conjunto de Uma Vontade Cega e de Girls Nights). 
  
Os rituais e taras de cada personagem são, no mínimo, originais. Estou certo que se alguém me referir, daqui a anos: «Recordaste daquela comédia com a polícia do Ping-Pong?», eu vou lembrar-me.

É um filme acessível a todas as idades, com piadas para todos os géneros. Aconselho, se procuram uma tarde animada em família.  


  Sinopse

Desejosa de umas férias descansadas, uma família igual a tantas outras sobe para o seu monovolume e põe-se a caminho. Já na autoestrada, o pai programa a carrinha para uma velocidade de cruzeiro de 130 km/h. Tudo parece correr como o previsto… Até perceberem que o computador de bordo avariou e que agora não têm maneira de reduzir a velocidade ou controlar o veículo. A solução, no imediato, passa por três coisas fundamentais: manter a calma, ligar à polícia de trânsito e tentar encontrar quilómetros e quilómetros de caminho desimpedido


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sexta-feira, 30 de junho de 2017

BLACKWAY — A Opinião do Filme de Ação

Título: Blackway
Realizadora: Daniel Alfredson
Lançamento: 30 de junho de 2017 - Estreia esta Semana!
Sinopse & Trailer: Vê em baixo

Isto foi o que eu achei de Blackway:

A beleza bruta dos lenhadores 

Contrasta com a frieza dos delatores. 

Uns refletem, os outros mentem. 

Os serradores falam verdade 

Os traficantes não têm piedade. 

O final é ciclonal. 


Continuei cativo, tentando adivinhar quem ficava vivo.

Nós sabemos, no filme, quem é a besta, 

Mas quem sairá desta, só mesmo a floresta!




  Blackway é um filme incomum, que consegue fugir à irrealidade dos filmes de ação, sem comprometer a sua intensidade e suspense. Anthony Hopkins, como de costume, presenteia-nos com uma personagem poderosa. O resto do elenco também está de parabéns!

  É capaz de ser um dos melhores filmes de ação deste ano. Os cenários naturais e campestres são constantes e dão uma sensação de paz interior, mesmo com o vigor do filme. Este é o exemplo ideal de que os efeitos visuais não são essenciais! Temos ambientes realistas, decadentes, vulgares e extremamente belos. 

  As críticas americanas a este filme foram apenas razoáveis, talvez por ele se parecer em demasia com a realidade, tornando "um pouco feias" as pessoas que o vêem, que sabem que aquilo é triste e fingem que não existe. A maioria classificou o Blackway de 5/10.  Quem me segue, sabe que não sou de catalogar livros ou filmes, mas tenho de ser justo! Facilmente daria um 8 em 10 a este filme, que mostra o que não é simples, utilizando tudo, menos o complicado.


Sinopse

Depois de vários anos de ausência, Lillian regressa à sua cidade natal empenhada em recomeçar a vida. É então que começa a ser perseguida por Blackway, um ex-polícia transformado em fora-da-lei, há muito habituado a agir impunemente. Apesar de aconselhada pelo próprio xerife a sair da cidade para evitar o confronto, Lillian resolve ficar e marcar um ajuste de contas com Blackway. A ajudá-la terá Lester, um velho lenhador que, apesar de tudo, manteve a fé na justiça, e Nate, o jovem protegido de Lester, que parece não ter verdadeira noção dos riscos que está prestes a enfrentar…

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terça-feira, 27 de junho de 2017

TRANSFORMERS: O Último Cavaleiro — A Opinião do FILME

Título: Transformers: O Último Cavaleiro
Realizadora: Michael Bay
Lançamento: 22 de junho de 2017
Sinopse & Trailer: Vê em baixo

   Transformers: O Último Cavaleiro é um filme repleto de efeitos visuais de arrasar, uma história com História, mas é demasiado comprido para o enredo que tem. As personagens estão bem representadas e o início pareceu-me um pouco forçado (principalmente como o 1º Transformer morre). 



 Adorei os pormenores históricos ingleses, tanto os robôs da Época do Rei Artur, como os guerreiros mecânicos da 1ª Guerra Mundial. É aqui que entra o ator Anthony Hopkins como Sir Edmund, de longe a personagem de que mais gostei. 
Um homem de caráter, honra e coragem.

 Paralelamente, o resto do elenco também foi profissional, com destaque à atriz Laura Haddock, que representou com brio uma personagem carismática, invulgar e forte. 
  Os efeitos cénicos, os pormenores de cada minutinho do filme, estão fantásticos. Dar-lhe-ia 5 estrelas, se não tivesse havido partes em que me distraí.

Em poucas palavras, não é o melhor filme de ação do ano, mas é uma boa forma de passarmos a tarde. Só pelos efeitos visuais e contextos históricos, é digno de ser visto.  

 Sinopse 

Humanos e transformers estão em guerra. Optimus Prime, o líder supremo dos pacíficos autobots, os "robots" que tantas vezes lutaram pela salvação do mundo, partiu numa importantíssima missão: encontrar os quintessons, os responsáveis pela criação da sua espécie. Enquanto isso, uma nova ameaça chegou à Terra, decidida a extinguir a Humanidade e dominar o universo. E desta vez a batalha é de tal magnitude que nada parece ser suficiente para a travar…


 Trailer 

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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Tenho uma reclamação a fazer dos livros e filmes americanos: Nenhum fala sobre o leite com chocolate. 


  Fiquei cético, quando ouvi na rádio: 16 000 000 de americanos pensam que o leite achocolatado vem das vacas castanhas. Céus! Como é que isto é possível? Não é difícil chegar à conclusão que é feito com leite (das vacas), cacau e açúcar, certo?


Imagem relacionada

  Já sabia que uma parte da população dos EUA desconhece o nome de maioria dos vegetais, ou de onde vêm as batatas fritas ou a Ketchup, mas o leite com chocolate?










  Por isto mesmo, proponho aos Excelentíssimos escritores e realizadores (principalmente aos escritores) que façam  uma cena que inclua alguém a ordenhar uma vaca, uma fábrica de laticíneos, já agora alguém a colher batatas e, depois, a fritá-las. Eu não chamo a isto "cultura geral". Até um cego sabe o que come. 

quarta-feira, 21 de junho de 2017

ALIEN — Não é o filme que eu esperava...

Título: Alien: Covenant
Realizador: Ridley Scott
Lançamento: 04 de maio de 2017
Sinopse & Trailer: Vê em baixo

  Eu tinha visto todos os Aliens, quando assisti a este. Conhecia o universo Alien de trás para frente. Com este filme, não o fiquei a conhecer melhor. Muitíssimo previsível! É a cara chapada do anterior. Estreou, ainda por cima pouco depois de Vida Inteligente, que vem contrastar e aumentar o desgosto de ver o Alien: Covenant. 



 Depois, não posso esquecer de que a tripulação da nave transparece uma inexperiência extrema, algo, digo eu, impensável. Uma médica a gritar de pânico quando é posta sobre pressão? O Vice-capitão sacrifica a segurança dos 2 000 tripulantes pela mulher? Os outros tripulantes concordam e decidem passar por cima do protocolo? Exploram um planeta desconhecido sem proteções e precauções? Em que realidade estamos?

  Eu lamento estar a ser tão negativo com este filme, ainda por cima quando outros críticos o aclamaram como 5 estrelas. Tendo o realizador Ridley Scott um nome poderoso nos mídia, resta-me concluir que, das duas, uma:

OU os críticos foram comprados OU não conheciam o mundo Alien, e, neste caso, é totalmente compreensível a receção dada.
O filme é uma ofensa à Saga! 


  Não o veria novamente! Não fui surpreendido, assustado, impressionado ou chocado, como esperava. Agora entendo porque teve uma receção tão pouco acolhedora nas bilheteiras.


Sinopse

Em 2093, a nave "Prometheus" e a sua equipa de cientistas é enviada aos confins do universo em busca dos criadores da Humanidade. Infelizmente, ao descobrirem o grande segredo da criação da vida, deparam-se também com a maior ameaça à sua extinção. A nave acabou por ser destruída e os seus ocupantes mortos. Dez anos depois, os tripulantes da nave colonizadora "Covenant" encontram um planeta inexplorado onde poderão finalmente aterrar depois de uma longuíssima viagem em busca de um lugar propício à vida humana. Quando uma equipa de batedores se desloca ao local para uma avaliação mais profunda, depara-se com o maior de todos os horrores…

Trailer

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terça-feira, 20 de junho de 2017

GIRLS NIGHT — A Opinião da COMÉDIA de Momento

Título: Girls Night
Realizadora: Lucia Aniello
Lançamento: 15 de junho de 2017
Sinopse & Trailer: Vê em baixo

  Girls Night é o que propõe ser: Uma despedida de solteiras de arromba, cheia de risos e delírios.

 O enredo e o elenco estão desenvolvidos com brio para um filme desta área. 


  Fui à antestreia com amigos dos 12 aos 70 anos. Ao contrário do que podem pensar, não foram os pequenos que mais riram. Aliás, alerto alguns pais e derivados que Girls Night aborda um vocabulário e alguns adereços que não são abusivos, mas contêm termos como "Pénis" e "Stripper".

 É um filme para acabarmos o dia bem dispostos. Como de costume, NÃO ACONSELHO A VEREM O TRAILER, pois muitas cenas perdem a piada, se já souberem que vão acontecer. Também tem algum suspense e um par de reviravoltas muito bem encaixadas. 





  Em poucas palavras, é um filme que pode ser visto por quase todos (maiores de 12 anos), é cómico, garanto que fará rir uma parede, mesmo que ela pense que o impede. 
 É a estreia da realizadora Lucia Aniello. 
Ela começou em GRANDE!

Sinopse

Depois de quase dez anos sem se verem, cinco amigas reúnem-se para a festa de despedida de solteira de uma delas. Para tornar tudo ainda mais inesquecível, decidem passar um fim-de-semana inteiro em Miami (EUA). A ideia é reviver os tempos da faculdade, onde cada noite tinha o seu motivo de celebração. Tudo parece correr como o esperado até decidirem contratar os serviços de um “stripper”. O que até então lhes parecia ser uma ideia extraordinária, muda de figura quando uma delas cai em cima do rapaz e mata-o acidentalmente. Sem saber o que fazer ao cadáver, e sempre à beira de um ataque de nervos, as cinco raparigas acabam por viver o pior pesadelo das suas existências…


Trailer 

(que não aconselho a verem, se querem assistir ao filme)

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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Coimbra VS Lisboa — FEIRA DO LIVRO

 Fui para uma sessão de autógrafos em Coimbra
Tinha expectativas baixas, mas voltei mais do que satisfeito.
  Viajei até Lisboa para apresentar o meu livro. 
Esperava algo grande, maior e melhor do que as que eu já tinha ido. "É a maior Feira do Livro do País", disseram. 
Regressei ao Porto completamente desiludido. 

  O que concluí? Fiquei com a ideia de que a Feira do Livro de Lisboa não passa de uma fazenda. Os escritores são ovelhas todas amontoadas num círculo. Fui  e vi a Rita Ferro, o António Lobo Antunes, a Alice Vieira e uma data de outros tantos autores, como se fossem um rebanho. Só a Paula Hawkins (escritora da Rapariga no Comboio) tinha algum espaço.

  Reconheço o lugar privilegiado que os escritores da Chiado Editora têm, com espaço para apresentarem os livros a quem por lá deambular (embora muito poucos autores o tenham aproveitado).

  Uma grande parte das pessoas que passam pela Feira do Livro de Lisboa não procuram comprar livros, alguns antes perguntam, de editora em editora, se os livros são grátis. Afastam-se, quando ouvem o esperado não.
  Os leitores que se disponibilizam a comprar um livro, que são poucos, são logo captados pelas grandes cadeias editoriais, com a sua enormidade exacerbada, como o pescador pesca um cardume de peixes pequenos, com uma rede para tubarões.


  É uma pena ver editoras como a Guerra & Paz, a Almedina e a Alfarroba misturadas lá no meio, que trabalham com uma paixão que ninguém vê.

  Tenciono, num futuro próximo, ficar a conhecer a Feira do Livro de Londres e a de Frankfurt, para ter uma opinião completa.


quarta-feira, 14 de junho de 2017

A MISSÃO - A Opinião do Filme (é de dar com o nariz na porta!)

Título: A Missão
Realizador: Walter Hill
Lançamento: 08 de junho de 2017
Sinopse & Trailer: Vê em baixo

  A Missão ganhou de longe o lugar de pior filme que vi este ano. Sem ser a representação da  Sigourney Weaver, pouco ou nada se aproveita. O filme não deve mesmo ser visto por menores de 16 anos!

  Assisti ao filme com o meu irmão mais novo. Depois de ver o trailer e a sinopse típicos de mais um filme de ação, não me lembrei de verificar a idade recomendada antes de o ver. É uma perda de tempo com muita nudez, um enredo fraco, até para filme de ação, e um tema muitíssimo coçado.

  
Se a Sigourney Weaver não fosse a atriz que é e a sua personagem (que não é a principal) não existisse, eu sairia, pela primeira vez, da sala de cinema a meio de um filme.

  A ideia inicial até tem interesse: Um assassino que é transformado numa mulher, por vingança de uma das suas vítimas. Quando o filme começa, parece que estamos numa montanha russa no topo do Evereste, rumo ao fundo do mar.

  NUNCA PAGARIA PARA VER ESTE FILME. Como fui à antestreia (que, salvo erro, não se paga), não tenho remorsos de ter gasto mal o dinheiro (só da perda de duas horas e gasolina). O Realizador quis fazer algo original e inesperado, mas não podia ter feito nada mais esperado.
 Fiquei triste.

O Realizador com o elenco principal

 Sinopse 

Após uma missão bem-sucedida, Frank Kitchen, um perigoso assassino contratado, é capturado pela Dr.ª Rachel Jane, que o submete a uma complexa cirurgia de mudança de sexo. A ideia é criar-lhe uma crise de identidade e causar-lhe o máximo sofrimento possível. Passado o tempo de recuperação, Frank volta a si num corpo de mulher. Em choque, acaba por perceber que foi alvo da vingança da irmã de um homem que matou. Daquele momento em diante, Frank investe todo o seu treino e fúria num único objectivo: encontrar todos os responsáveis pelo que lhe aconteceu e fazê-los pagar… 


Trailer
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quinta-feira, 8 de junho de 2017

A MÚMIA — A Opinião do Filme

Título: A Múmia
Realizador: Alex Kurtzman
Lançamento: 08 de junho de 2017 — ESTREIA HOJE!
Sinopse & Trailer: Vê em baixo


  A Múmia é um filme envolvente, com gráficos fenomenais, um elenco notável e um enredo repleto de suspense e surpresas, se bem que o final é previsível.


  Assisti à antestreia em 3D e valeu a pena. Ri-me algumas vezes, principalmente quando via toda a gente à minha volta a saltar de espanto, quando vinha uma parte inesperada (que aconteceu muito). O filme tem amor, ficção, mas também tem ciência, desde as línguas ancestrais dos egípcios, até aos conceitos de doenças infeciosas e imunologia.




  Ao contrário do filme que vi no dia anterior (A Missão, que altamente recomendo a NÃO VEREM), indico para todas as idades e feitios. É um filme de ação, mas consegue ter um brio diferente dos demais clichés. Gostei da apresentação dos figurinos (refiro-me, principalmente, a Ahmanet) e todos os efeitos especiais estão cuidados e realistas. A tradução também me pareceu bastante fidedigna.


  É um filme que podem ver em família e fora de horas. Vale o dinheiro e o tempo que despendemos. Tem algumas cenas à Tom Cruise que não são necessárias e alguma previsibilidade, que é rapidamente camuflada pela história coerente e coesa e pela imagem cinematográfica cativante.

Sinopse

Nas profundezas do deserto, uma rainha está mumificada há mais de dois mil anos. Sepultada numa cripta subterrânea selada, é acidentalmente acordada por um grupo de militares. Agora que se vê novamente em liberdade, a soberana está determinada a reclamar o trono que lhe foi roubado e conquistar o mundo. Quer vingar-se de todo o mal que lhe foi feito e não olha a meios para mostrar o seu poder, espalhando o terror por onde passa… 





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segunda-feira, 5 de junho de 2017

UMA VONTADE CEGA - A Opinião do Filme Fenomenal

Título: Uma Vontade Cega
Realizador: Marc Rothemund
Lançamento: 01 de junho de 2017
Sinopse & Trailer: Vê em baixo

 Uma Vontade Cega foi uma caixinha de surpresas! Uma comédia verídica, adaptada para cegos e mudos. Simplesmente fantástico! É de repreender, no entanto, que só haja 2 salas no país que passem este filme, com a qualidade fenomenal que tem. 


  Quando a sessão de antestreia começou e vi a gravação de uma intérprete no lado esquerdo do ecrã e a descrição de todos os movimentos e falas em português fiquei cético: "Como é que hei de gostar deste filme", pensei.

  Para ser franco, mal notei a pequena imagem com o intérprete e, depois de cinco minutos a ouvir relatarem todos os movimentos, isso parou de me incomodar. Não digo que façam sessões destas para todos os filmes e, muito menos, para todas as sessões. No entanto, é vergonhoso a pouca divulgação deste filme e da sua iniciativa. Quem tem limitações auditivas e/ou visuais não devia estar interdito de ir ao cinema!


  À parte disto, a história é digna de Óscar, ainda por cima sendo verídica, existem muitos momentos para rir, sentimentos amorosos, outros tristes, alegrias e euforias. Este filme está, sem dúvida alguma, nos meus TOP 5 deste ano. Se puderem ir ao Parque Nascente ou ao Cinema do Campo Pequeno (culpem os cinemas se não tiverem uma sessão na vossa zona), assistam à sessão normal, ou até mesmo à versão Tradaptada. Não se vão arrepender!

quinta-feira, 1 de junho de 2017

O MEU AVÔ GASPAR — PASSATEMPO do Dia Mundial da Criança


 Hoje é o dia dos traquinas, das grandes brincadeiras, das nossas crianças e, como se isto não chegasse, também são os meus anos! O Dia Mundial das Crianças é-me um dia especial e eu e a Chiado Editora queremos festejá-lo contigo. A Passatempo está O Meu Avô Gaspar, o livro sobre o herói que muitos têm, outros terão e todos tiveram. 


 Todas as crianças têm heróis! Heróis com quem sonham, com quem vivem grandes aventuras. O herói desta história é o meu avô Gaspar! O meu avô Gaspar é o melhor avô do mundo... é forte como um Super Herói e está sempre disposto a ajudar quem precisa, como um verdadeiro rei! O meu avô é assim...como é o teu?









Para participares basta:

  1. Gostares da nossa página de facebook;
  2. Gostares da página de facebook da Chiado Editora;
  3. Partilhares o passatempo (no facebook ou no google+, publicamente);
  4. Identificares três amigos que também queiram o livro num comentário aqui ou no facebook.

  Funciona como uma entrada extra:

O passatempo termina às 23H59 do Último dia da Semana da Criança (4 de junho) e é válido para residentes em Portugal e no Brasil
Boa Sorte😉!


Com a colaboração da